A regra é simples: se alguém copia à mão o que o totem já registrou, esse trabalho pode ser automatizado. A parte técnica é saber o que precisa estar conectado e o que pode esperar.
O que costuma precisar estar conectado
- Estoque ou cardápio - pra não vender no totem o que já acabou.
- Pagamento - Pix e cartão, com conferência automática do que entrou.
- PDV ou ERP - pra o pedido do totem virar venda no seu sistema sem retrabalho.
- Agenda ou prontuário - quando o totem faz check-in em vez de venda.
Como a integração acontece
O melhor caminho é a API do sistema que você já usa - a informação passa direto, em tempo real. Quando o sistema não tem API, ainda dá pra integrar por arquivo ou planilha sincronizada, só que com um atraso maior entre um passo e outro.
O que acontece quando a internet cai
Um totem bem implementado guarda o que aconteceu offline - pedido, pagamento, check-in - e sincroniza sozinho assim que a conexão volta. Sem isso, cada queda de internet vira uma venda perdida ou um dado que ninguém sabe se entrou.
O detalhe que separa integração boa de dor de cabeça
Toda integração falha em algum momento - o sistema do outro lado cai, muda um campo, estoura um limite. O que diferencia uma integração bem feita é o que acontece nesse momento: ela precisa reter o que falhou, tentar de novo sozinha, e avisar alguém quando desistir. Totem sem alerta de falha é uma fila silenciosa se formando sem que você saiba.