Você pergunta "quanto custa um totem" e recebe de volta "depende". Não é má vontade - o preço realmente varia com o equipamento, o software e a integração. Mas dá pra ser bem mais útil do que isso.
Do que o preço é feito
São três partes. O equipamento: o totem físico, com leitor de cartão e impressora quando precisa. O software sob medida: cardápio, catálogo, check-in, o que o seu negócio precisar. E uma mensalidade que cobre suporte, hospedagem e ajustes. O valor de cada parte varia com o tamanho da tela, a robustez pra uso o dia inteiro e o quanto de personalização o seu fluxo pede.
Falar de orçamento cedo assusta menos do que o silêncio. E serve pra uma coisa importante: se o seu orçamento é bem menor do que o escopo que você imagina, os dois lados descobrem isso na primeira conversa em vez de na terceira reunião.
O que faz o número subir
- Integrar com um sistema legado que não tem API - alguém vai ter que ler arquivo ou raspar tela.
- Mais de uma unidade, cada uma com um cardápio ou catálogo ligeiramente diferente.
- Split de pagamento entre sócios, franqueados ou parceiros.
- Identidade visual muito específica, com telas e fluxos desenhados do zero.
- Prazo apertado, que obriga a colocar mais gente em paralelo do que o projeto pede.
O que quase não muda o preço
A quantidade de itens no cardápio ou no catálogo, ao contrário do que parece. Duzentos produtos parecidos custam bem menos que vinte produtos com regras de venda diferentes. O trabalho está na regra, não na lista.
Como pedir um orçamento que sirva pra alguma coisa
Em vez de "quanto custa um totem", conte o que hoje trava: quantas pessoas ficam tirando pedido, qual sistema você já usa pra estoque ou agenda, e quantas unidades você pensa em atender. Com isso qualquer fornecedor decente consegue te dar uma faixa em vez de um "depende".
Orçamento fechado antes de entender o fluxo de atendimento é chute com aparência de contrato.